Projecto Historiographus

A página do projecto Historiographus, que pretende ser o protótipo de uma enciclopédia electrónica de história das ciências baseada em hipertexto semântico, foi actualizada e encontra-se disponível em

http://www.historiographus.org/

O software em que o protótipo assenta encontra-se finalmente estabilizado. Já utilizamos as última edições do Semantic Mediawiki (SMW) e do Semantic Forms, que atingiram há pouco tempo as primeiras versões estáveis e obrigaram a uma profunda reconversão dos atributos e relações, na passagem da versão 0.7 para a 1.0 do SMW.

A actual versão da ontologia HiSTEMM ainda não foi tornada pública. Fazê-lo obrigaria à detalhada documentação das futuras alterações e esse esforço não faz sentido enquanto todo o desenvolvimento assentar numa única pessoa. No entanto, posso dá-la a conhecer a quem estiver interessado, podendo mesmo encarar a possibilidade de fornecer o acesso ao actual ficheiro OWL. De qualquer forma, a actual estrutura de categorias e propriedades da wiki revela já uma grande (e a mais estável) parte da ontologia.

O projecto Historiographus necessita urgentemente de colaboradores. Necessitamos de historiadores da ciência e de investigadores provenientes das tecnologias da informação, interessados na aplicação da semantic web à história da ciência, para o desenvolvimento da ontologia HiSTEMM.

Também necessitamos de historiadores das ciências, da tecnologia e da medicina, interessados em aplicar essa abordagem a temas concretos. Este convite inclui naturalmente os projectos no âmbito da museologia e do património científico, dada a preocupação em manter um elevado grau de compatibilidade entre o HiSTEMM e a ontologia CIDOC-CRM. Esse trabalho de colaboração pode assumir a forma do desenvolvimento de projectos autónomos dedicados a grupos de pessoas, de organizações ou de ideias científicas específicas.

Este convite à colaboração é dirigido a todos os membros da comunidade de historiadores da ciência. Historiographus pode fornecer a infraestrutura para uma grande variedade de projectos no âmbito da história das ciências, sem que exista qualquer necessidade de filiação directa com o projecto anfitrião ou com as instituições e grupos a que este se encontre ligado. A única condição será necessariamente a adequação desses projectos aos objectivos gerais do Projecto Historiographus, e a sua articulação, interactiva e negociada, com a ontologia definida.

Por favor, contactem-nos em jpsdias [at] officinalis.org

Anúncios

Redes sociais electrónicas e ensino. II. Mundos virtuais

Uma das mais promissoras entre as ferramentas sociais utilizadas no ensino, consiste na utilização de mundos virtuais. São inúmeras as suas aplicações, desde a possibilidade de leccionar aulas, realizar conferências e reuniões, até à criação de exposições virtuais e mesmo à recriação visual em 3D de edifícios e locais desaparecidos. Alguns destes objectivos podiam, já há algum tempo, ser atingidos por outras vias. A videoconferência, o podcasting e as aplicações gráficas 3D de realidade virtual, não são propriamente novidades. O que é de facto uma novidade é a possibilidade de integrar todos estes recursos através da imersão em grande realismo numa rede de mundos virtuais comunicantes, onde os diferentes intervenientes interagem através do seus avatares. O que era até há pouco, reservado a adolescentes em demanda de fama, glória e aventura em mundos fantásticos (nos jogos MMO, massively multiplayer online), abriu-se agora a todo o tipo de adultos desempenhando papéis muito menos heróicos.
Neste capítulo, o mundo virtual Second Life (SL) tem sido a grande estrela. O seu promotor, uma empresa de San Francisco denominada Linden Lab, teve a preocupação de dar grande destaque ao sistema de ensino, criando condições especiais para que universidades, escolas, bibliotecas, museus, institutos e editores científicos, investissem na presença neste mundo, adquirindo terrenos virtuais (ilhas). A resposta conseguida é impressionante. Cerca de uma centena de universidades já se instalaram no Second Life. Existe mesmo um arquipélago, agrupando várias ilhas de instituições científicas (onde se inclui a NASA e a Second Nature Island da Nature), denominado Sci-Lands. Nem as universidades portuguesas escaparam a esta febre. As Universidades de Aveiro e do Porto já adquiriram as suas ilhas. A de Aveiro foi inaugurada no ano lectivo passado, tendo custado cerca de 3 mil euros. A do Porto terá sido mais barata, custando 750 euros, mais uma mensalidade de cerca de 110 euros (cf. “Universidade de Aveiro inaugura ilha no Second Life” e “Universidade do Porto compra ilha no Second Life” no JPn). O modelo empresarial de Linden Lab baseia-se na venda e aluguer de terrenos virtuais. O acesso dos utilizadores é gratuito, desde que não pretendam ser proprietários de terrenos e edifícios. Neste caso, para além dos próprios custos do imobiliário, é necessário pagar uma mensalidade.
Para uma visão global e exaustiva de todas as presenças de ensino pode-se consultar o site Second Life Education Wiki, o recurso oficial de Linden Lab para os educadores no Second Life. Uma breve introdução também se encontra no artigo “Second Life Science. Take a scientific Field Trip to a digital world” de Sarah Everts. São muitos os projectos educativos a ser desenvolvidos no SL. Veja-se Eduserv in Second Life e o Joanna Scott’s blog (da Nature), a título de exemplo.
SL é o mais conhecido, mas não o único mundo virtual operacional. Os seus concorrentes mais directos são Active Worlds e There. O primeiro tem igualmente um programa virado para a educação, The Active Worlds Educational Universe (AWEDU), cuja lista de participantes ultrapassa largamente a centena, com uma distribuição internacional muito variada. Embora as condições de participação (e custos) apresentem algumas diferenças, todos estes serviços são privados, fechados e encontram-se em última instância sob o controlo de uma única empresa. Aqui se encontra uma das grandes contradições dos actuais mundos virtuais. SL é frequentemente apresentado como uma extensão 3D da Internet (veja-se, p.e., o You Tube video: Seriously Engaging : The New Media Consortium in Second Life). Contudo, a Internet é um sistema aberto e baseado em tecnologias e standards abertos e não proprietários. A Internet não é possuída por nenhuma empresa. Na Web, qualquer universidade pode instalar o seu próprio servidor e abri-lo para o mundo, mantendo o controlo total sobre ele desde que cumpra os protocolos de comunicação e as regras de funcionamento da Internet. Na SL não podemos criar uma ilha num servidor próprio e fazer o mesmo que faríamos com a Web.
Vencer estas limitações é o objectivo de vários projectos de desenvolvimento de mundos virtuais em open source, como o Open Source Metaverse Project, o The M.U.P.P.E.T.S. Project, e o Croquet Consortium. Dos três, o último projecto, baseado num consórcio de várias universidades, é o que se encontra em fase mais próxima da produção. O Croquet SDK (Software Developer Kit) versão 1.0 já se encontra disponível. Com base nele perfilam-se vários projectos, como o Arts Metaverse (ver o vídeo Machu Picchu tour), Ancient Spaces (ler artigo na: Educause) e Qwaq (os Qwaq Forums, na imagem à esquerda, são espaços virtuais produzidos por Qwaq, Inc. em cima da plataforma Croquet, próprios para reuniões de empresas).

Redes sociais electrónicas e ensino. I

No dia 25 de Março passado, teve lugar em Chicago um simpósio intitulado “Using Social Networking Tools to Teach Chemistry”, organizado no âmbito do 233rd ACS (American Chemical Society) National Meeting. Uma descrição geral do evento pode ser vista no artigo “Web-based social software is changing the way chemistry is taught” de Rachel Petkewich, publicado no vol. 85, núm. 17, pp. 44-45, de 23 de Abril de 2007 de Chemical & Engineering News.
Apesar de dirigidas para o ensino da química, as dezoito comunicações apresentadas cobriram boa parte das principais possibilidades da utilização, para todas as áreas de ensino, dos recursos disponibilizados na Internet no âmbito das ferramentas de redes sociais e da denominada Web 2.0. Essas ferramentas incluem a partilha de referências documentais da Web através do social bookmarking, a difusão de informação e conteúdos através de RSS feeds, podcasting de áudio e vídeo, blogues, wikis e a utilização de mundos virtuais, como o Second Life. A cobertura não é exaustiva, mas o simpósio apontou as principais tendências neste domínio, mostrando que as redes sociais estão a ganhar um estatuto de importância e seriedade que vai muito além da cobertura que lhes é dada normalmente pelos media.
Uma das características mais interessantes deste tipo de recursos, resulta da sua acessibilidade e facilidade de utilização. O facto de funcionarem como importantes fontes de captação de receitas, nomeadamente por via da publicidade e promoção de outros serviços e produtos, as redes sociais electrónicas são normalmente disponibilizadas de forma gratuita, tanto para os produtores de conteúdos como para os seus utilizadores. Isto permite ter acesso directo e gratuito a recursos de dimensões muito apreciáveis, que combinam normalmente elevada sofisticação técnica com grande facilidade de utilização.
O programa e resumos das comunicações pode ser consultado na Net, assim como algumas das comunicações apresentadas e outros textos produzidos pelos seus autores sobre o mesmo tema:

Keeping up and staying current: Harnessing the chemical information web with RSS
Teri M. Vogel
(v. sua página web em:
http://scilib.ucsd.edu/about/people/vogel.html
)

RSS and social tagging: on the desktop and in the classroom
Laura E. Pence Harry E. Pence
(v. “The alchemist blog” em
http://aristotle.oneonta.edu/33_the_alchemists_blog)

Blogging the culture of chemistry
Michelle M. Francl
(v. o seu blogue “The Culture of Chemistry” em
http://cultureofchemistry.blogspot.com/)

Second Life as a scientific education medium
Joanna Scott
(v. o seu blogue na Nature em
http://network.nature.com/blogs/user/joannascott)

Teaching organic chemistry with blogs and wikis (slideshow)
Jean-Claude Bradley; Beth Ritter-Guth
(v. o blog “Useful Chemistry” em
http://usefulchem.blogspot.com/)

Wikis, podcasts and screencasts (oh my!) in undergraduate chemistry coursework and research (texto)
Keith A. Walters

Using wiki in education: The Science of Spectroscopy
Stewart Mader

Wikipedia: a holistic model for the communal creation of chemical course content
Henry S. Rzepa; Marion E. Cass

A Internet para a História e a Filosofia da Ciência

O serviço Intute produziu recentemente mais um conjunto de manuais introdutórios à utilização da Internet em várias áreas disciplinares e temas, escritos por especialistas dessas mesmas áreas. Estes guias são muito úteis para serem utilizados por professores, alunos e investidadores. Este lote inclui várias artes, a música, a arquitectura, a comunicação, a moda e também a História e a Filosofia da Ciência (HFC).
O manual “Internet for History and Philosophy of Science (HPS)” encontra-se em http://www.vts.intute.ac.uk/he/tutorial/hps/ e foi preparado por David J Mossley e outros docentes e investigadores da Leeds University.
Como acontece com os restantes manuais de Intute, este dá acesso a quatro grandes áreas: “tour” (com o que os autores consideram o melhor da Web para a HFC), “discover” (ensinando como pesquisar melhor na Internet), “judge”(ensinando a avaliar os conteúdos) e “success” (com a descrição de casos de pesquisa com bons resultados).
O manual inclui um muito útil “cesto de hiperligações”, que o leitor pode ir enchendo à medida que o vai percorrendo e que no final pode ser enviado para o seu e-mail.
O conjunto de todos os manuais de Intute pode ser consultado em http://www.vts.intute.ac.uk/

OpenCourseWare em história das ciências

Numa altura em que muitos docentes portugueses ainda torcem o nariz à colocação dos programas das disciplinas fora das intranets das suas universidades, é bom ver o crescimento do movimento do OpenCourseWare (OCW), iniciado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) em 2001, com o anúncio pelas fundações William and Flora Hewlett e Andrew W. Mellon de apoiar financeiramente a iniciativa de OpenCourseWare deste instituto.
O OCW visa disponibilizar materiais didácticos através da Web, de forma livre e gratuita, para professores, alunos e outros interesssados em todo o mundo.
O facto de esta iniciativa ter tido lugar no MIT é de grande importância e significado, tanto pelo impacto que produziu em outras instituições de ensino superior, como por ter sido no MIT Artificial Intelligence Lab que Richard Stallman iniciou o projecto GNU em 1983. Foi a partir do projecto GNU que se desenvolveram iniciativas como a Free Software Foundation (1985) e a sua GNU General Public License (GPL), donde irradiaram outras viradas para os conteúdos, incluindo os educacionais, como o projecto OpenContent (1998), a GNU Free Documentation License (2000) e o projecto Creative Commons (2002).
Em Novembro de 2006, o MIT OCW já contava com mais de milhar e meio de cursos. Actualmente o movimento alastrou a mais universidades, dos EUA e de outros países. Esta colaboração internacional é feita através do OpenCourseWare Consortium, englobando mais de 100 instituições e organizações de ensino superior de todo o mundo. A colaboração é variada, indo desde a disponibilização de conteúdos próprios até à tradução dos conteúdos de terceiros. A rede do Portal Universia, que inclui Portugal, Espanha e América Latina, participa nesta última modalidade, traduzindo para castelhano e português do Brasil, os cursos do MIT OCW. A lista de participantes na Península Ibérica inclui várias universidades espanholas (ainda sem conteúdos) e nenhuma portuguesa.
O sucesso desta iniciativa mostra como a disponibilização de materiais didácticos de acordo com uma licença aberta pode contribuir para a afirmação das universidades. Na verdade, o acesso aos materiais didácticos não permite conferir qualquer grau académico, mas dá aos futuros alunos a garantia de que os cursos ministrados pelos docentes se encontram abertos ao escrutínio dos seus pares de outras universidades. A disponibilização aberta dos conteúdos é um indicador claro de qualidade, preparação cuidadosa e inovação.
No campo da história e estudos sobre a ciência, o maior volume de conteúdos é naturalmente disponibilizado pelo MIT, através do Programa de Ciência, Tecnologia e Sociedade. Este inclui mais de duas dezenas de cursos de graduação e outros tantos de pós-graduação. Os conteúdos incluem, a título de exemplo, disciplinas como “History of Science”, “History and Anthropology of Medicine and Biology”, “Cultural History of Technology“, “Theories and Methods in the Study of History”, “Toward the Scientific Revolution“, “The Rise of Modern Science” e “Nature, Environment, and Empire”. Entre os cursos disponibilizadas por outras universidades, apenas encontrámos nesta área uma História da Saúde Pública na Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health e outro sobre Tecnologia e Sociedade na University of Southern Queensland.
A minha lista de marcadores de cursos em OCW de história e outros estudos sobre a ciência, pode ser vista em: Lista de cursos em OCW de história e estudos sobre a ciência (del.icio.us)

Hipertexto, anotaçoes semânticas e rede(s) na História da Ciência, Tecnologia e Medicina: O Projecto Historiographus

A apresentação da conferência no Segundo Encontro de História das Ciências Naturais e da Saúde. Lisboa, Culturgest, 7-8 de Julho de 2007.

Hipertexto, anotações semânticas e rede(s) na História da Ciência, Tecnologia e Medicina: O Projecto Historiographus.

José Pedro Sousa Dias
Fac. Farmácia Universidade de Lisboa e Inst. Rocha Cabral

Resumo
A história da ciência, como toda a história, só com grande esforço e recurso intensivo ao aparato erudito e outros instrumentos do ofício, se enquadra adequadamente dentro de uma narrativa linear. O objecto da disciplina decorre ao longo, não de um, mas de pelo menos dois eixos, onde o espaço e o tempo se desdobram em narrativas divergentes. As denominadas histórias horizontal e vertical são conceitos convenientes para distinguir dois estilos de fazer história da ciência, mas tornam-se perspectivas de difícil articulação numa visão mais sintética. Num plano mais aproximado, encontramos ainda outras dimensões, numa apertada rede de perspectivas e relações simultâneas e concorrentes, ligando pessoas, objectos, ideias e outros elementos. Estas várias dimensões não são fáceis de descrever num modo linear. Inicialmente, o hipertexto surgiu como uma forma de ajudar a vencer estas dificuldades, permitindo recriar uma teia imensa de relações e leituras. Contudo, na rede criada pelo hipertexto, as linhas que ligam os diferentes nós são todas equivalentes. Ora, as relações que elas pretendem representar não o são. Estas não só são múltiplas e distintas, como as relações possíveis variam consoante a natureza dos nós. As relações que unem pessoas entre si são diferentes das que ligam pessoas com grupos de pessoas, objectos ou locais.
Esta comunicação visa analisar a forma como a aplicação de ontologias e dos conceitos de anotação semântica, que surgiram no âmbito da Semantic Web, podem ser aplicados na análise de dados e na comunicação científica na histórias das ciências, da tecnologia e da medicina, apresentando ao mesmo tempo os primeiros passos do projecto Historiographus, o protótipo de uma Wiki Semântica, baseado numa ontologia especialmente concebida, denominada HiSTEMM (de History of Science, Technology, Engineering, Mathematics, and Medicine).

Mestrado em História das Ciências da Saúde.

Encontram-se abertas as candidaturas para o Mestrado em História das Ciências da Saúde, que terá início em Outubro de 2007.

  • Ano lectivo: 2007/2008
  • Área de Especialização: História da Ciência e da Técnica
  • Professor coordenador: José Pedro Sousa Dias
  • Condições de acesso: Licenciaturas nas áreas de Ciências da Saúde, Farmácia, Medicina, Enfermagem, Biologia, Filosofia, Sociologia, Antropologia, Educação, Comunicação, História, Químicas, Ambiente.
  • Horário de funcionamento: Pós-laboral.
  • Local: Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa
  • Candidaturas: Até finais de Setembro de 2007
  • Início: Outubro de 2007
  • Disciplinas e corpo docente:
    • História da Biologia – Clara Pinto Correia (U Lusófona)
    • História da Filosofia da Ciência – Ricardo Lopes Coelho (F Ciências UL)
    • Introdução à Historiografia e à Metodologia da História – Ana M S Almeida Rodrigues (F Letras UL)
    • Latim para a História da Ciência I e II – Arnaldo Espírito Santo (F Letras UL)
    • Saúde e Sistemas Médicos até 1800 – José Pedro Sousa Dias (F Farmácia UL)
    • História da Medicina em Portugal na Época Contemporânea – Vitor A R de Oliveira (F Medicina UL)
    • Ciência, Cultura e Sociedade – Maria de Fátima Nunes (U Évora)
    • Filosofia da Ciência Experimental – Ricardo Lopes Coelho (F Ciências UL)
    • Saúde, Ciência e Tecnologia na Época Contemporânea – José Pedro Sousa Dias (F Farmácia UL)
    • Raízes greco-latinas da linguagem científica – M Cristina de Sousa Pimentel (F Letras UL)
    • Saúde, Medicina e Império – Cristiana Bastos (I Ciências Sociais UL)
    • Teorias Científicas do Século XX – Clara Pinto Correia (U Lusófona)
    • Alemão para a História da Ciência I e II – Ruth K Huber (F Letras UL)
    • Ciência e Religião – Clara Pinto Correia (U Lusófona)
    • História das Teorias Evolutivas – Teresa Avela (U Lusófona)
    • Seminário de Investigação – José Pedro Sousa Dias (F Farmácia UL)

Página e blogue de J P Sousa Dias

Página e blogue pessoal de José Pedro Sousa Dias

Calendário

Outubro 2017
S T Q Q S S D
« Maio    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031